
A CDM acredita no potencial das expressões artísticas e culturais, como o grafite, para estimular o protagonismo juvenil e promover transformação social. Por meio da arte urbana, crianças e adolescentes são incentivados a desenvolver confiança, criatividade e senso de pertencimento em relação aos territórios onde vivem. Nesse sentido, oficinas de grafite integram alguns dos projetos da instituição, como A Cor da Comunidade, realizado no Aglomerado Frigo Diniz, em Contagem, e o Lidera, desenvolvido no bairro Jardim Canadá, em Nova Lima
Idealizado pela CDM, o projeto A Cor da Comunidade conta com o patrocínio das empresas CNH, Log e Instituto Unimed-BH, além da parceria com a Prefeitura e o Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente de Contagem (CMDCAC). A iniciativa oferece atividades de arte urbana para mais de 100 crianças e adolescentes, promovendo espaços de criação, convivência e expressão.
Já o projeto Lidera, realizado pela organização em parceria com a Vale, também utiliza o grafite como ferramenta de engajamento e desenvolvimento individual e coletivo. No total, mais de 30 beneficiários integram a iniciativa.
A arte desempenha um papel fundamental na formação social e cultural dos indivíduos. No entanto, uma parcela significativa da população ainda enfrenta dificuldades para acessar plenamente a cultura. Diante desse cenário, a CDM atua para ampliar e democratizar esse acesso, levando iniciativas culturais a diferentes públicos e territórios.
Em ambos os projetos, as oficinas são desenvolvidas de forma participativa e utilizam a escuta ativa como uma das metodologias. A proposta é incentivar os jovens a se envolverem com os territórios onde vivem, fortalecendo vínculos, estimulando o trabalho em grupo e ampliando o olhar sobre a comunidade. Assim, os participantes passam a reconhecer esses espaços não apenas como locais de convivência, mas também como ambientes de expressão, nos quais podem atuar como agentes de transformação.
“Qualquer projeto que chega à escola é importante, mas o Lidera se destaca por incentivar os jovens a assumirem posições de liderança e protagonismo. Isso acrescenta muito ao cotidiano escolar. Ao longo do ano, percebemos que os adolescentes têm amadurecido, se tornando protagonistas da própria história e interagindo mais com a escola. Com isso, passam a se sentir pertencentes a esse espaço, deixando de vê-lo apenas como um lugar para assistir às aulas”, afirma Patrícia Dutra, gestora da Escola Estadual Maria Josefina Sales Wardi, onde ocorre o projeto Lidera.
Destaca-se também a recepção positiva das oficinas de arte urbana em ambos os projetos pelos participantes, assim como a sua evolução. Com o tempo, não apenas executam as atividades propostas, mas também sugerem ideias, propõem intervenções e se posicionam de forma cada vez mais ativa.
Por meio das oficinas de grafite, a CDM reafirma seu compromisso com o incentivo ao protagonismo e ao potencial infinito das pessoas, além de reconhecer a arte como um caminho potente para a transformação.
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